Domingo, 17 de Fevereiro de 2008

O dia daquela noite

 

De olhar inclinado

Para aquele finito,

Forrado a manto de carvão.

Nunca pude estar cansado

Sob o tanto e tão bonito

Que se via daquele chão.

 

Nem uma sombra pestanejava !

Nem um buliço de brisa!

É onde a paz ao homem se alia.

E eu, era ali que estava;

Na noite daquela terra lisa!

Na noite daquele dia!

 

E não eram estrelas...

Eu nunca tal havia visto!

Pareciam milhões de velas

Acendendo no reino de Cristo!

 

E desejei ser profeta,

Vendedor ambulante

Ao menos poeta!..

P´ ra dizer este instante.

 

publicado por kumyxao às 20:22
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